Vereador Rompe com Bruno Silva e Denúncia Retaliação: O Governo que Cala Vozes e Ignora o Povo
Coelho Neto-MA vive mais um capítulo que escancara a face autoritária e excludente do governo Bruno Silva. O vereador Estefane da Internet, até então integrante da base governamental, veio a público para denunciar o descaso sistemático com seu mandato e a retaliação cruel contra pessoas ligadas a ele, que foram exoneradas sem justificativa.
O parlamentar, em vídeo divulgado nas redes sociais, fez um desabafo contundente: suas contribuições em benefício da população vêm sendo ignoradas pela gestão municipal. Afirmou ainda que, mesmo buscando apoio fora do município — com idas a São Luís e até a Brasília — para garantir melhorias como uma ambulância UTI e ações para os agricultores, a resposta da prefeitura foi o silêncio e, posteriormente, ataques pessoais por parte de secretários da administração atual.
O que se esperava como reconhecimento pela busca de recursos e articulação política, virou perseguição. Segundo Estefane, o prefeito nunca sequer lhe concedeu uma reunião para tratar dos pleitos do povo. Pior: pessoas próximas a ele foram demitidas após sua política independente — mesmo sendo pais e mães de família que votaram tanto no vereador quanto no próprio prefeito Bruno Silva. Um ato de perseguição mesquinho, que pune o cidadão comum por divergências políticas.
O rompimento de Estefane é mais uma prova de que o governo Bruno Silva não tolera a pluralidade de opiniões e se vale da estrutura pública como instrumento de chantagem política. Isso é extremamente grave. Um governo que persegue ao invés de dialogar, que demite ao invés de ouvir, não é democrático, é autoritário.
O vereador foi claro: não abre mão de luta pelo povo. Enquanto isso, o prefeito mostra mais uma vez que seu compromisso é com o controle absoluto da máquina pública, não com o bem-estar da população.
A cidade está cansada de um governo que transforma adversários em inimigos, e aliados em simultâneo. É hora de abrir os olhos e cobrar respeito à democracia, à pluralidade e, acima de tudo, ao povo que sofre as consequências desse modelo de gestão vingativo.
Veja o vídeo:
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