DESCASO NA SAÚDE DE COELHO NETO: NEGLIGÊNCIA, OMISSÃO E CENSURA

Relato da mãe da criança nota que a prefeitura divulgou.


A saúde pública de Coelho Neto mais uma vez se torna palco de indignação e revolta. O recente falecimento de uma criança de apenas 4 anos trouxe à tona um problema que a população já conhece bem: o descaso e a negligência nos atendimentos médicos. Relatos de demora, falta de exames e profissionais despreparados escancaram a fragilidade do sistema de saúde municipal, que insiste em ignorar as dores do povo.

A mãe da criança fez um relato comovente e revoltante: ao levar o filho à UPA, não houve sequer a realização de exames básicos. Médicos e enfermeiros se recusaram a prestar o atendimento adequado, sendo necessário acionar um profissional da maternidade para estabilizar uma criança. Infelizmente, o pior aconteceu.




Esses são apenas alguns comentários que a população deixou na postagem da prefeitura, enquanto estava aberta.


SECRETÁRIO SEM FORMAÇÃO: O QUE ESPERAR?

A revolta da população veio também do secretário de Saúde, Samuel Bastos, que não tem formação na área . Como alguém sem conhecimento técnico pode gerenciar uma pasta tão delicada? A resposta é na prática recorrente dessa administração: priorizar discursos bem ensaiados, fotos e notas de esclarecimento ao invés de investir em estrutura e atendimento digno para os cidadãos.

O povo de Coelho Neto não precisa de propaganda. Precisa de médicos preparados, exames realizados e atendimentos ágeis. Mas, ao que tudo indica, a saúde pública da cidade continua sendo protegida como peça de marketing pela gestão atual.

VEREADORES QUE IGNORAM A REALIDADE

Enquanto a população sofre com o caos na saúde, os vereadores — que deveriam ser a voz do povo — preferem dizer que “a saúde está a mil maravilhas”. Mas a quem eles estão querendo enganar? Os próprios cidadãos relatam que o atendimento na UPA é um desastre, que os exames não são feitos e que, quando se trata da saúde da elite, as soluções aparecem rapidamente.

É lamentável ver representantes do povo agitados como meros defensores da gestão, ao invés de cumprirem seu papel fiscalizador. A Câmara Municipal, ao invés de aplaudir a administração, deveria estar exigindo mudanças e cobrando soluções para evitar novas tragédias.

CENSURA: QUANDO O GOVERNO SE NEGA A OUVIR

Como já não bastasse o sofrimento da família e da população, a comunicação da prefeitura decidiu restringir os comentários em suas redes sociais após as denúncias virem à tona . Um ato claro de censura, que mostra o desprezo da gestão municipal pelo direito de expressão da população.

Ao invés de enfrentar os problemas e buscar soluções, a administração de Bruno Silva escolhe silenciar aqueles que denunciam o descaso. Mas calar as críticas não muda a realidade. O povo está cansado de sofrer enquanto vê o prefeito e sua família tendo acesso aos melhores hospitais da capital.




REFLEXÃO FINAL

Quantas vidas mais precisarão ser perdidas para que a gestão acorde para sua responsabilidade? Até quando a administração seguirá fechando os olhos para o sofrimento do povo? O silêncio pode até ser imposto nas redes sociais, mas jamais poderá calar a dor de uma mãe que perdeu seu filho por uma possível negligência.

Por Reginaldo Machado

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