CRISE NA SAÚDE: POPULAÇÃO DE COELHO NETO ENFRENTA FALTA DE INSUMOS E ATENDIMENTO BÁSICO

CRISE NA SAÚDE: POPULAÇÃO DE COELHO NETO ENFRENTA FALTA DE INSUMOS E ATENDIMENTO BÁSICO




A situação da saúde pública em Coelho Neto-MA continua alarmante, gerando indignação na população que depende do sistema público para atendimentos essenciais. Desta vez, as reclamações giraram em torno da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do posto de saúde Fernando Couto, que enfrentam sérios problemas de abastecimento.

Na UPA, a ausência de um simples aparelho de medição de glicemia expõe os pacientes a riscos desnecessários, especialmente aqueles com condições crônicas como diabetes, que exigem monitoramento constante. A falta do equipamento básico é um reflexo da negligência com as demandas da saúde pública, agravando a sensação de desamparo dos moradores.

No posto de saúde de Fernando Couto, o cenário é igualmente preocupante. A unidade não possui fitas para medir glicemia, impedindo um acompanhamento mínimo de pacientes que dependem desse recurso para controlar a doença. Além disso, os atendimentos odontológicos enfrentam um colapso: faltam insumos básicos para os procedimentos, e mesmo pacientes que chegam com dor intensa são orientados a retornar na semana seguinte para marcar um dia para atendimento. Essa espera é desumana e consistente ao princípio de urgência que deveria nortear a saúde pública.


FALTA DE GESTÃO EFICIENTE
Esses problemas apontam para uma grave falha de gestão e planejamento na administração municipal. Como é possível que unidades de saúde tão importantes possam sofrer com a falta de itens básicos? Essa é a pergunta que a população faz diariamente, enquanto sofre as consequências de uma administração que parece ignorar a gravidade da situação.

A saúde deveria ser prioridade absoluta, mas os relatos mostram um abandono preocupante. Não é a primeira vez que reclamações sobre falta de medicamentos e insumos surgem em Coelho Neto, evidenciando um padrão que precisa ser urgentemente interrompido.


APOIO À POPULAÇÃO
A gestão municipal deve explicar à comunidade. É preciso transparência sobre os recursos destinados à saúde e um plano emergencial para solucionar a falta de insumos e equipamentos. O povo de Coelho Neto não pode continuar pagando com a própria saúde pela ineficiência da gestão.

Enquanto isso, os moradores continuam na luta por condições dignas de atendimento, reivindicando o básico que é garantido por lei: o direito à saúde.


É inevitável questionável: será que, se algum parente do prefeito ou o próprio gestor enfrentaria esses mesmos problemas de saúde, como a falta de um aparelho para medir glicemia ou de insumos odontológicos, a situação seria diferente? A realidade é que, para muitos gestores, a precariedade do sistema público parece distante, já que eles não dependem dessas unidades para atendimento. No entanto, é justamente essa desconexão com as necessidades reais da população que agrava ainda mais a indignação. O povo quer respostas, mas, acima de tudo, quer ações concretas que garantam o básico para quem mais precisa.


Reginaldo Machado


Blog Na Mira dos Fatos CN: sempre na busca pela verdade e pelo compromisso com o povo de Coelho Neto.

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